Esse momento que, não importa a nossa idade, pensamos que já é o fim...
e um desânimo enorme toma conta da gente...
Esse momento, ao contrário do que parece, é justamente o ponto de partida!!!
Se chegamos a um estado em que não avançamos mais, é que devemos provavelmente tomar uma outra direção.
Quando chegamos a esse ponto de tal insatisfação é sinal de que alguma coisa deve ser feita.
Não espere que os outros construam pra você, planeje e faça! Você é responsável pelos próprios sonhos e pela realização destes. Nas obras da vida não precisamos de arquitetos para planejar por nós. Com um pouco de imaginação e um muito de boa vontade podemos reconstruir sozinhos a casa que vamos morar e o futuro que nos oferecemos.
É humano se sentir fragilizado às vezes e mesmo necessário para que tenhamos consciência que não somos infalíveis, não somos super-heróis, mas seria desumano parar por aí. E injusto. Para os outros, mas principalmente para consigo mesmo.
Recomeçar é a palavra! Recomeçar cada vez, a cada queda, a cada fim de uma estrada! Insistir!...
Se alguém te feriu, cure-se!
Se te derrubaram, levante-se!
Se te odeiam, ame!
Erga-se! Erga a cabeça!
Olhando pra baixo só podemos ver os próprios pés. É preciso olhar pra frente.
Plante uma árvore, faça um gesto gentil, tenha um atitude positiva. É sempre possível fazer alguma coisa!
Não culpe os outros pelas próprias desilusões, pelos próprios fracassos. Se somos nossos próprios donos para as nossas vitórias, por que não seríamos para as nossas derrotas?
Onde errou, não erre mais! Onde caiu, não caia mais! Se você já passou por determinado caminho, deve ter aprendido a evitar certas armadilhas.
Então, siga!
Não se esqueça de uma grande promessa feita na Bíblia:
"Esforça-te e eu te ajudarei."
Dê o primeiro passo... depois caminhe!!!
Tenho certeza que a felicidade não mora ao seu lado, nem à sua frente, ela está junto de você!
Descubra-se, faça-se feliz e tenha um lindo dia!
Texto enviado por Tarciso (Gerente - Filial 25)
Em qualquer ambiente de trabalho precisamos conviver com as diferenças que existem com outros colegas, mas como conviver com essas diferenças em um Gerenciamento Duplo? Eu e muitos dos meus colegas gerentes passamos por esse grande desafio.
O gerenciamento duplo exige dos gerentes, integração, respeito, dicernimento, entre outras caracteristicas importantes para lidar com as diferenças e possiveis dificuldades que possam ocorrer no dia a dia.
É necessário buscarmos sinergia, somar esforços e procurar respeitar os diferentes estilos pessoais e profissionais, exige que não confrontemos um ao outro mas sim que façamos o esforço necessário para encontrar o canal de sintonia.
É importante que a dupla fale a mesma língua para que ambos conquistem a mesma confiança e respeito de sua equipe, jamais podemos passar por cima um do outro causando dúvidas na equipe do certo ou errado.
Falando particularmente, gerenciar em dupla tem sido uma experiência de grande aprendizado, é uma oportunidade de fazer diferente, de fazer maior, de fazer melhor, como diz o ditado, “duas cabeças pensam melhor que uma”, mas é preciso ser inteligente para seguir esse ditado, é preciso respeitar, ajudar, compartilhar, dialogar e principalmente confiar, confiar que “juntos somos maiores e melhores” (lembram?), que podemos aprender, ensinar e crescer juntos sempre.
O interessante foi que escrevendo esse texto, percebi que já vivemos essa experiência no dia a dia fora do ambiente de trabalho, as mesmas dificuldades são vividas por um casal, irmãos, amigos, pessoas que respeitamos, admiramos e que são diferentes. Por isso utilize suas experiências de vida para te ajudar a conviver bem com seus colegas, obter respeito e respeita-lós.
“Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos.”
Warren Bennis.
Texto enviado por Joice (Gerente - Filial 08)
Escrito por Joice Lima
Gerente Filial 08.
É um dia bonito Mas eu não posso vê-lo
Havia um cego em uma calçada pedindo dinheiro para suas necessidades.
Ele estava dizendo: "Por favor me ajude, sou uma pessoa cega". Conseguia algumas poucas moedas, mas infelizmente não era capaz de arrecadar dinheiro suficiente nem para comer.
Então certa tarde, uma jovem muito inteligente se aproximou, observou a placa do senhor, ao que teve uma idéia, e então tomando a placa em suas mãos, a reescreveu. Devolvendo-a ao senhor lhe disse, para que a mantivesse ao seu lado...
Nesse mesmo dia o senhor recebeu mais doações do que poderia imaginar receber em uma tarde.
Mais tarde passando por ali novamente a jovem pergunta ao senhor se houve melhoras em suas doações, ao que lhe respondeu surpreso e emocionado que sim, e lhe pergunta qual o milagre ela teria feito...
Apenas usei Palavras Diferentes, as palavras tem o poder de tocar as pessoas...
E o que está escrito? Quis saber o senhor...
Ela então sussurra para ele: "É um dia bonito Mas eu não posso vê-lo"
É possível melhorar nossos resultados expressando a mesma ideia... de maneiras diferentes.
O poder das boas boas palavras pode mudar o mundo!
Havia um cego em uma calçada pedindo dinheiro para suas necessidades.
Ele estava dizendo: "Por favor me ajude, sou uma pessoa cega". Conseguia algumas poucas moedas, mas infelizmente não era capaz de arrecadar dinheiro suficiente nem para comer.
Então certa tarde, uma jovem muito inteligente se aproximou, observou a placa do senhor, ao que teve uma idéia, e então tomando a placa em suas mãos, a reescreveu. Devolvendo-a ao senhor lhe disse, para que a mantivesse ao seu lado...
Nesse mesmo dia o senhor recebeu mais doações do que poderia imaginar receber em uma tarde.
Mais tarde passando por ali novamente a jovem pergunta ao senhor se houve melhoras em suas doações, ao que lhe respondeu surpreso e emocionado que sim, e lhe pergunta qual o milagre ela teria feito...
Apenas usei Palavras Diferentes, as palavras tem o poder de tocar as pessoas...
E o que está escrito? Quis saber o senhor...
Ela então sussurra para ele: "É um dia bonito Mas eu não posso vê-lo"
É possível melhorar nossos resultados expressando a mesma ideia... de maneiras diferentes.
O poder das boas boas palavras pode mudar o mundo!
Texto enviado por Marcos Bento (Filial 01)
Conviver todos os dias com aquele tipo sempre de mal com a vida, ainda que extremamente competente não é nada fácil. Você conhece alguém assim? Ou pior você é alguém desse tipo?
Dá para agüentar uma pessoa que vive de cara feia, reclamando da vida e dizendo que tudo vai dar errado?
Ninguém quer ficar perto! Bom humor não custa nada e faz bem à pele e à saúde. Além do mais, atrai amigos e clientes. Evita até gripes e resfriados!
Há alguns anos, afirmar que existia uma vinculação direta entre o humor e a boa saúde era quase uma heresia para a ciência. Hoje em dia, a medicina em geral e a psiquiatria, em particular, estudam muito a importância do bom humor, dos bons sentimentos e da afetividade sadia na qualidade de vida e na saúde global da pessoa.
Cada vez mais os profissionais de saúde estão sugerindo a "terapia do riso", que ensina às pessoas como rir abertamente de coisas que normalmente não são engraçadas, e a enfrentar situações difíceis usando o humor. Seguindo o exemplo real do engraçado Dr. Patch Adams (interpretado por Robin Williams no filme "Patch Adams - O amor é contagioso"), os médicos e psiquiatras estão se tornando mais conscientes dos benefícios terapêuticos da risada e do humor. Isto se deve, em parte, ao crescente grupo de estudiosos do humor e da risada (500 acadêmicos de diferentes disciplinas pertencem a International Society for Humor Studies).
Um movimento mundial da risada foi fundado em 1995 pelo médico indiano Madan Kataria, que criou em Mumbai (ex-Bombaim) o primeiro clube do riso. A terapia da risada é baseada em práticas de mais de 3.000 anos da ioga oriental e novos conhecimentos da gelotologia, como é chamado o estudo fisiológico do riso. A palavra grega "gelos" significa riso.
Atualmente a mais recente especialidade da medicina que estuda a maneira pela qual as emoções influem no sistema imunológico das pessoas é a psiconeuroimunologia.
Já na década de 1940, Flanders Dumbar, professor de Medicina na Universidade de Colômbia nos Estados Unidos e editor Revista Psychosomatic Medicine descrevia algumas características de humor e comportamento do paciente coronariano. Dizia que existia, entre os pacientes coronarianos, grande número de pessoas compulsivas, com tendência ao trabalho contínuo, hiperativos, que desprezavam as férias e não dividiam responsabilidades, além de negarem estar eventualmente emocionadas ou depressivas.
Um recente estudo sobre a atividade das células tipo “natural Killer”, importantes na imunidade contra tumores, mostrou os efeitos de programas que estimulam o riso e o bom humor no aumento da atividade desses componentes imunológicos, ao mesmo tempo em que os estados depressivos enfraqueciam esse aspecto da defesa orgânica (Takahashi, 2001).
O filosofo John Morreall afirma que "A pessoa que tem sentido de humor, não só é mais descontraída perante situações potencialmente estressantes, como também as compreende de forma mais flexível. Mesmo aquele em cujo ambiente não ocorram muitas coisas, a sua imaginação e criatividade vão afastá-lo da rotina mental permitindo desfrutar de si mesmo, evitar o aborrecimento e a depressão”.
Segundo os especialistas existem três teorias tradicionais sobre o humor:
A teoria da incongruência sugere que o humor cresce quando lógica e familiaridade são substituídas por elementos que normalmente não andam juntos. O pesquisador Thomas Veatch diz que uma piada se torna engraçada quando esperamos uma coisa e acontece outra. Em outras palavras, experimentamos simultaneamente dois conjuntos de pensamentos e emoções incompatíveis. Ou seja, experimentamos a incongruência entre as diferentes partes da piada.
A teoria da superioridade aparece em cena quando rimos de piadas que focam os erros, a estupidez ou o infortúnio de alguém. Com isso nos sentimos superiores a esta pessoa, experimentamos um certo desligamento da situação e assim temos a capacidade de rir dela.
E finalmente a teoria do alívio é a base para um artifício utilizado há muito tempo pelos produtores de filme. Em filmes de ação ou de suspense onde a tensão é alta, o diretor utiliza o alívio cômico nas horas certas. Ele constrói muita tensão ou suspense e logo quebra o suspense ou a tensão através de um comentário paralelo, possibilitando ao espectador aliviar-se da emoção reprimida, assim o filme pode construir a tensão ou o suspense novamente! Da mesma forma, uma situação ou uma história real cria tensão dentro de nós. Enquanto tentamos enfrentar dois conjuntos de emoções e pensamentos, precisamos de alívio e a risada é o caminho para limpar nosso sistema de tensão crescente e incongruência. De acordo com a Dra. Lisa Rosenberg, o humor, especialmente o humor negro, pode ajudar os trabalhadores a lidar com situações estressantes. Ela diz: "a ação de produzir humor, de contar uma piada, nos dá uma pausa mental e aumenta nossa objetividade diante da tensão opressiva".
Agora entendemos por que nem todos acham graça das mesmas coisas.
Mas os benefícios do bom humor vão alem de fazer bem à saúde, saber rir de si mesmo é um grande dom, um sinal de autoconfiança, de domínio da situação e ainda por cima ajuda a aproximar as pessoas e a criar laços.
É uma ótima ferramenta em situações as quais perdemos o controle, como uma “gafe” por exemplo, ou até mesmo naquelas ocasiões em que você estiver sendo alvo de um ataque em uma reunião. Não há estratégia melhor para desarmar seu inquisidor do que com o bom humor, achando graça da situação.
Geralmente os funcionários conversam animadamente, rindo sobre um assunto que surgiu durante o almoço ou café. Mas é só colocar o pé no escritório para que o riso acabe, a conversa cesse e todos comecem a trabalhar silenciosos e carrancudos. Se depender das mais recentes pesquisas sobre motivação, esse ambiente de trabalho está com os dias contados.
O riso, que antes podia ser encarado como motivo de distração e falta de profissionalismo, agora é visto como uma forma de reduzir as tensões no ambiente de trabalho. Mas não só: segundo os especialistas, o ambiente alegre, com espaço para descontração e brincadeiras, aumenta a comunicação entre as pessoas, que se sentem mais confiantes para trabalhar, opinar e trazer boas idéias para a solução de problemas.
A psiquiatra Alexandrina Meleiro, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, de São Paulo diz que “O otimista também se irrita, mas reconhece que está assim e, tão logo quanto possível, elabora o fato e segue a vida. Não fica paralisado nem remoendo frente a um obstáculo”.
“No novo mundo do trabalho, as atitudes passaram a ser cruciais”, ensina o sociólogo José Pastore, em artigo sobre o livro “Nuts!”, de Kevin e Jackie Freiberg, que resgata o caso da lucrativa Southwest. Pastore reflete: “De nada serve um profissional competente que se mantém arrogante e briguento o tempo todo”.
Então está comprovado rir é o melhor negócio!
Texto enviado por Rodrigo Cardoso (Gerente - Filial 05)
Dá para agüentar uma pessoa que vive de cara feia, reclamando da vida e dizendo que tudo vai dar errado?
Ninguém quer ficar perto! Bom humor não custa nada e faz bem à pele e à saúde. Além do mais, atrai amigos e clientes. Evita até gripes e resfriados!
Há alguns anos, afirmar que existia uma vinculação direta entre o humor e a boa saúde era quase uma heresia para a ciência. Hoje em dia, a medicina em geral e a psiquiatria, em particular, estudam muito a importância do bom humor, dos bons sentimentos e da afetividade sadia na qualidade de vida e na saúde global da pessoa.
Cada vez mais os profissionais de saúde estão sugerindo a "terapia do riso", que ensina às pessoas como rir abertamente de coisas que normalmente não são engraçadas, e a enfrentar situações difíceis usando o humor. Seguindo o exemplo real do engraçado Dr. Patch Adams (interpretado por Robin Williams no filme "Patch Adams - O amor é contagioso"), os médicos e psiquiatras estão se tornando mais conscientes dos benefícios terapêuticos da risada e do humor. Isto se deve, em parte, ao crescente grupo de estudiosos do humor e da risada (500 acadêmicos de diferentes disciplinas pertencem a International Society for Humor Studies).
Um movimento mundial da risada foi fundado em 1995 pelo médico indiano Madan Kataria, que criou em Mumbai (ex-Bombaim) o primeiro clube do riso. A terapia da risada é baseada em práticas de mais de 3.000 anos da ioga oriental e novos conhecimentos da gelotologia, como é chamado o estudo fisiológico do riso. A palavra grega "gelos" significa riso.
Atualmente a mais recente especialidade da medicina que estuda a maneira pela qual as emoções influem no sistema imunológico das pessoas é a psiconeuroimunologia.
Já na década de 1940, Flanders Dumbar, professor de Medicina na Universidade de Colômbia nos Estados Unidos e editor Revista Psychosomatic Medicine descrevia algumas características de humor e comportamento do paciente coronariano. Dizia que existia, entre os pacientes coronarianos, grande número de pessoas compulsivas, com tendência ao trabalho contínuo, hiperativos, que desprezavam as férias e não dividiam responsabilidades, além de negarem estar eventualmente emocionadas ou depressivas.
Um recente estudo sobre a atividade das células tipo “natural Killer”, importantes na imunidade contra tumores, mostrou os efeitos de programas que estimulam o riso e o bom humor no aumento da atividade desses componentes imunológicos, ao mesmo tempo em que os estados depressivos enfraqueciam esse aspecto da defesa orgânica (Takahashi, 2001).
O filosofo John Morreall afirma que "A pessoa que tem sentido de humor, não só é mais descontraída perante situações potencialmente estressantes, como também as compreende de forma mais flexível. Mesmo aquele em cujo ambiente não ocorram muitas coisas, a sua imaginação e criatividade vão afastá-lo da rotina mental permitindo desfrutar de si mesmo, evitar o aborrecimento e a depressão”.
Segundo os especialistas existem três teorias tradicionais sobre o humor:
A teoria da incongruência sugere que o humor cresce quando lógica e familiaridade são substituídas por elementos que normalmente não andam juntos. O pesquisador Thomas Veatch diz que uma piada se torna engraçada quando esperamos uma coisa e acontece outra. Em outras palavras, experimentamos simultaneamente dois conjuntos de pensamentos e emoções incompatíveis. Ou seja, experimentamos a incongruência entre as diferentes partes da piada.
A teoria da superioridade aparece em cena quando rimos de piadas que focam os erros, a estupidez ou o infortúnio de alguém. Com isso nos sentimos superiores a esta pessoa, experimentamos um certo desligamento da situação e assim temos a capacidade de rir dela.
E finalmente a teoria do alívio é a base para um artifício utilizado há muito tempo pelos produtores de filme. Em filmes de ação ou de suspense onde a tensão é alta, o diretor utiliza o alívio cômico nas horas certas. Ele constrói muita tensão ou suspense e logo quebra o suspense ou a tensão através de um comentário paralelo, possibilitando ao espectador aliviar-se da emoção reprimida, assim o filme pode construir a tensão ou o suspense novamente! Da mesma forma, uma situação ou uma história real cria tensão dentro de nós. Enquanto tentamos enfrentar dois conjuntos de emoções e pensamentos, precisamos de alívio e a risada é o caminho para limpar nosso sistema de tensão crescente e incongruência. De acordo com a Dra. Lisa Rosenberg, o humor, especialmente o humor negro, pode ajudar os trabalhadores a lidar com situações estressantes. Ela diz: "a ação de produzir humor, de contar uma piada, nos dá uma pausa mental e aumenta nossa objetividade diante da tensão opressiva".
Agora entendemos por que nem todos acham graça das mesmas coisas.
Mas os benefícios do bom humor vão alem de fazer bem à saúde, saber rir de si mesmo é um grande dom, um sinal de autoconfiança, de domínio da situação e ainda por cima ajuda a aproximar as pessoas e a criar laços.
É uma ótima ferramenta em situações as quais perdemos o controle, como uma “gafe” por exemplo, ou até mesmo naquelas ocasiões em que você estiver sendo alvo de um ataque em uma reunião. Não há estratégia melhor para desarmar seu inquisidor do que com o bom humor, achando graça da situação.
Geralmente os funcionários conversam animadamente, rindo sobre um assunto que surgiu durante o almoço ou café. Mas é só colocar o pé no escritório para que o riso acabe, a conversa cesse e todos comecem a trabalhar silenciosos e carrancudos. Se depender das mais recentes pesquisas sobre motivação, esse ambiente de trabalho está com os dias contados.
O riso, que antes podia ser encarado como motivo de distração e falta de profissionalismo, agora é visto como uma forma de reduzir as tensões no ambiente de trabalho. Mas não só: segundo os especialistas, o ambiente alegre, com espaço para descontração e brincadeiras, aumenta a comunicação entre as pessoas, que se sentem mais confiantes para trabalhar, opinar e trazer boas idéias para a solução de problemas.
A psiquiatra Alexandrina Meleiro, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, de São Paulo diz que “O otimista também se irrita, mas reconhece que está assim e, tão logo quanto possível, elabora o fato e segue a vida. Não fica paralisado nem remoendo frente a um obstáculo”.
“No novo mundo do trabalho, as atitudes passaram a ser cruciais”, ensina o sociólogo José Pastore, em artigo sobre o livro “Nuts!”, de Kevin e Jackie Freiberg, que resgata o caso da lucrativa Southwest. Pastore reflete: “De nada serve um profissional competente que se mantém arrogante e briguento o tempo todo”.
Então está comprovado rir é o melhor negócio!
Texto enviado por Rodrigo Cardoso (Gerente - Filial 05)
"Você talvez não tenha se preocupado em conhecer o funcionamento de um formigueiro, porém poderia aprender muito sobre organização e produtividade se resolvesse investir um tempo para saber mais sobre o assunto.
Assim, caso o tema lhe interesse vale a pena continuar a leitura do artigo.
Vamos a análise: como funciona um formigueiro? Em um formigueiro todas as formigas têm uma função clara e metas estabelecidas. Não é necessário que ninguém fique cobrando resultados e produtividade, porque as formigas estão permanentemente motivadas em relação ao que fazem. Não existem greves, operações tartaruga ou formiga de má vontade.
Assim, caso o tema lhe interesse vale a pena continuar a leitura do artigo.
Vamos a análise: como funciona um formigueiro? Em um formigueiro todas as formigas têm uma função clara e metas estabelecidas. Não é necessário que ninguém fique cobrando resultados e produtividade, porque as formigas estão permanentemente motivadas em relação ao que fazem. Não existem greves, operações tartaruga ou formiga de má vontade.
A base disso é clara, a construção de um ambiente saudável em que se respeita a vocação de cada indivíduo. Gerar, produzir, manter, estocar,proteger e construir. Tudo em prol da rainha (o cliente).
Será que nossas organizações funcionam assim? Estaremos todos felizes com o que fazemos? Os objetivos estão bem claros e são razoáveis? Cada um tem a chance de desenvolver seus talentos? O foco está voltado para o cliente? As lideranças permitem e estimulam a participação e valorizam os resultados? Existe um espaço para tentativas de inovação ou se reprime o erro?
Em um formigueiro tudo isto funciona muito bem. Inclusive a possibilidade de tentar novas estratégias de alimentação e estocagem de acordo com a região do formigueiro, o alimento disponível e o clima.
Comparativamente com as nossas organizações equivale a dizer que o formigueiro se adapta às condições do mercado, para sobreviver e crescer continuamente.
Temos que transformar nossas organizações em formigueiros eficazes. E o início de tudo está na vontade dos líderes em construir um novo modelo empresarial, onde os talentos são a matéria-prima, capacidade são meios produtivos e fidelidade dos clientes é o resultado final.
Nesta semana, pense, a natureza tem muito a ensinar. Vamos olhar as nossas volta e aprender com tudo e com todos, inclusive as pequeninas formigas."
(Autor desconhecido)
UMA ORGANIZAÇÃO É FEITA DE PESSOAS, CADA UMA FAZENDO A SUA PARTE .
Texto enviado por:
Luciana Gomes - Gerente loja 26



